Rádio Beatitudes

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Como reconhecer o autor de uma obra de arte só olhando a pintura


1) Se o plano de fundo do quadro for escuro e todo mundo está com cara de tortura, é do Ticiano
beldade-ao-espelho
2) Se todo mundo tem bunda grande é do Rubens
01
3) Se todos os homens têm olhos de vaca e parecem donas-de-casa, é do Caravaggio
02
4) Se tem um monte de gente no quadro, mas elas parecem normais, é do Pieter Bruegel
03
5) Se tiver um monte de gente no quadro, mas o quadro está cheio de merda louca, é do Bosch
bosch
6) Se todo mundo parece um mendigo iluminado por um poste, é Rembrandt
r
7) Se no quadro tem cupidos ou ovelhas, ou se você considerar que cupidos ou ovelhas poderiam estar no quadro, é Boucher
Untitledsdsd-4
8) Se todos forem bonitos, estiverem semi-nus e empilhados ou apertados, é Michelangelo
creationofadam-michelangelo1
9) Se Tem Bailarina, É Degas
538px-Edgar_Germain_Hilaire_Degas_021
10) Se tudo é pontudo, tiver contraste e os homens tiverem barba em um rosto magro, é El Greco
El Greco
11) Se todo mundo parece o Vladimir Putin, o presidente da Rússia, é Van Eyck
The Arnolfini Portrait (1434 - Jan van Eyck)
12) Se no quadro tem frutas, paisagens ou um monte de pessoas nuas de costas, é do Cezanne
sadsadsda7
13)  Se no quadro tem dançarinas de Cabarés, é do Toulouse Lautrec
Henri_de_Toulouse-Lautrec_005
14) Se parecer que alguém esfregou a tela com um gato, estando a tinta ainda fresca, é Van Gogh.  (via Cleber Cunha)
2-vangogh252c-anoiteestrelada-1889-ost252cmoma252cny

domingo, 30 de junho de 2013

Com o processo de redemocratização, pode-se descobrir novamente o Brasil, pois até então éramos vistos apenas do ponto de vista econômico e geográfico como uma país homogênico. A partir de 1980, surgem novos atores na sociedade e a antropologia  passa a ocupar papel  importante, ao se redescobrir as diferenças sejam elas etárias, sexuais, etc., e surgem os movimento sociais e regionalistas, podemos perceber a verdadeira constituição do povo brasileiro, como um povo diferente, pluricultural, pluri nacional, multiétnica e multifacetada, passa-se a levar em conta a perceber as contribuições de  nossas principais matrizes culturais: o índio, o luso e o afro.
O povo brasileiro  está em formação, e como tal vive em constantes conflitos, de âmbito biótico, religiosa, geográfico, etário, ecológico e político. Não se pode dizer que existe um povo brasileiro, pois, ainda estamos em formação, para que criássemos a ideia de unidade nacional pensou-se inúmeros símbolos, como o futebol, porém, existem muitos "brasis"  dentro do Brasil que carecem ser conhecidos e apreendidos visto que o brasileiro passa pelo "ser" e o ser brasileiro passa pela consciência.

sábado, 11 de maio de 2013

Abismo atrai abismo



O Meu País


Um país que crianças elimina;
E não ouve o clamor dos esquecidos;
Onde nunca os humildes são ouvidos;
E uma elite sem Deus é que domina;
Que permite um estupro em cada esquina;
E a certeza da dúvida infeliz;
Onde quem tem razão passa a servis;
E maltratam o negro e a mulher;
Pode ser o país de quem quiser;
Mas não é, com certeza, o meu país.

Um país onde as leis são descartáveis;
Por ausência de códigos corretos;
Com noventa milhões de analfabetos;
E multidão maior de miseráveis;
Um país onde os homens confiáveis não têm voz,
Não têm vez,
Nem diretriz;
Mas corruptos têm voz,
Têm vez,
Têm bis,
E o respaldo de um estímulo incomum;
Pode ser o país de qualquer um;
Mas não é, com certeza, o meu país.

Um país que os seus índios discrimina;
E a Ciência e a Arte não respeita;
Um país que ainda morre de maleita, por atraso geral da Medicina;
Um país onde a Escola não ensina;
E o Hospital não dispõe de Raios X;
Onde o povo da vila só é feliz;
Quando tem água de chuva e luz de sol;
Pode ser o país do futebol;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Um país que é doente;
Não se cura;
Quer ficar sempre no terceiro mundo;
Que do poço fatal chegou ao fundo;
Sem saber emergir da noite escura;
Um país que perdeu a compostura;
Atendendo a políticos sutis;
Que dividem o Brasil em mil brasis;
Para melhor assaltar, de ponta a ponta;
Pode ser um país de faz de conta;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Um país que perdeu a identidade;
Sepultou o idioma Português;
Aprendeu a falar pornô e Inglês;
Aderindo à global vulgaridade;
Um país que não tem capacidade;
De saber o que pensa e o que diz;
E não sabe curar a cicatriz;
Desse povo tão bom que vive mal;
Pode ser o país do carnaval;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Autor: João de Almeida Neto

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Estou perdida
(E quem não está)
Querida vida
dê-me uma resposta
Cá estou, suplicante
necessito de um norte

Ontem, boa cristã
Hoje, péssima pagã
Deixe-me em seu divã
a digavar...

Conceda-me seus braços
para que possa repousar
deite-me em seu regaço
venha ao meu ouvido sussurar

Pois, já não sei
Em que acreditar
Juro que tentei
Mas, não pude suportar

O fardo que me destes
Parece pesado em demasia
Seus díficeis testes
 Contrastam com minha anemia

O sol, não me ilumina,
O luar, não me anima
Escondo-me na vastidão
Sufocante dessa escuridão

De meu ser foge a esperança
Perde-se o ânimo
Esgota-se a confiança
Tu és Longânimo...
Bem sei, também misericordioso
Ao menos este poltrão
A que chamo de coração
Acalma e fazê-o aceitar
Este Teu suposto silenciar
Para que assim eu possa
Meu caminho continuar
Se for de Sua graça...

Luzia Escongisk


Barbie


Patrícia nasceu
Num desses casebres
Que se equilibram em barrancos.

Família pequena
Só a mãe, dona Odete
E o pai, seu Antônio.
O sonho de pati

Era ter uma boneca,
Mas não uma qualquer
Na verdade uma Barbie.
Sempre quis uma filha
Para brincar de casinha.
Mas a boneca
Que na tv ela via
Não fazia parte da sua família.

Mamãe,
Com varizes e estrias,
Andava o dia inteiro
Com saco de lixeiro
À procura de latinha.

Papai,
Para ajudar na comidinha,
Catava papel
E não tinha dinheiro
Para comprar a bonequinha.

Noel,
O da barba branquinha,
Voava o mundo inteiro,
Mas não lhe fazia uma visitinha.

Aos treze
Romperam-lhe o hímen
Não de mentirinha,
Mas de forma bruta
Sem fazer cosquinha.
Agoratem uma linda menininha
Com quem pode morar
E brincar de casinha.


*do livro "Colecionador de pedras" Global editora

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O que estamos fazendo de nossas vidas? Desperdiçando-as com coisas inúteis ou vivendo -a verdadeiramente. Há alguns dias atrás alguém falou  que eu fosse uma pessoa que guardava dinheiro (na sua imaginação) e surpresa ficou ao saber que isso não acontece. Não acontece porque eu prefiro gastar- como todo mundo- mas, não com roupas ou coisas parecidas, e sim com coisas que verdadeiramente proporcionam prazer... nada mais prazeroso (ao meu ver) do que ler um bom livro, fazer uma viajem, ter a família sempre junto, estudar (sim, estudar é legal!), tirar fotografias, escutar música, ajudar alguém... há uma infinidade de coisas, muitas que nem precisam de dinheiro, que são verdadeiramente boas. Precisamos de dinheiros, infelizmente....mas, precisamos bem menos do que imaginamos. Não podemos viver nossa vida dependentes dele, nós somos os donos do dinheiro e não o contrário!

Bom 2013, caros seguidores deste simplório e pretenso blog.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Exelente Blog sobre a nossa querida Língua Portuguesa. 


http://www.cursodeportuguesgratis.com.br