Rádio Beatitudes

sábado, 21 de janeiro de 2012

"Boa sorte" (Vanessa da Mata e Ben Harper)

Mas se em  2012, se lhe derem uma rasteira, ou alguém fazer ...

"doer o teu coração" (Rosa de Saron)



"Levanta sacode a poeira e dá a volta por cima" (Noite Ilustrada)

E saiba que:

"não importa o que os outros vão falar" (Iahweh)



Porque no fundo...

" A vida, é bonita,
é bonita e é bonita" (Gonzaguinha)

Espero que nesse ano, juntos aprendamos que:

" É preciso amar as pessoas
como se não ouvesse amanhã.
Porque se você parar pra pensar
na verdade não há." ( Renato Russo)
 
Nossa vida é marcada por músicas, pessoas, momentos, decisões. Damos o peso e a medida para o que nos cerca. Aprendamos a valorizar os pequenos instantes e detalhes.
 Obrigada seguidores do (Pretensa) Poetisa, do @luzia_escongisk, amigos virtuais, reais, família, colegas, alunos e professores por estarem  comigo ao longo de 2011.

Que 2012 seja um ano Santo em sua vida!

Arte Burguesa

      A arte dita "burguesa" foi institucionalizada durante o século XVII, tendo como precedentes as artes normatizadas pela nobreza (ver: Rococó) e clero ( ver: Idade Média, Renascimento e Barroco).
      A burguesia, até então, obrigada a pagar altos impostos a nobreza, passoua ser a classe dominante mediante a revolução e inspirada pelos iluministas, necessitava de meios para legitimar-se, um destes meios foi a arte e o apoio das universidades.
       Mudou-se o conceito de arte. Os burgueses passaram a diferenciar a arte das outras formas de trabalho, caracterizando como Belas- Artes a escultura, gravura, desenho e principalmente pintura. As Belas- Artes seria atividades específicas diferentes do trabalho comum, este tornou-se alienado e mecanizado, visto que a Arte produziria o "ritmo vital", desenvolvendo o conjunto de sentimentos,chamado sinestesia, que torna o homem consciente; o artesão passa a ser artista, passa a responder o mundo através da obra de arte, pois esta é única.
       A Arte Burguesa retoma os padrões clássicos de representação inspirados no Renascimento e na Arte Greco-Romana, priorizando o domínio da técnica artesnal e de representação e o enquadramento nas tendências de representação que foram os períodos  do Neoclássico , do Romantismo e do Realismo, tendo como principal função representar as coisas do mundo; a obra de arte funcionava como registro histórico e também como um modo de autocompreensão da sociedade. Havia uma maior liberdade ao artista enquanto criador, embora fosse uma liberdade de temática e não de técnica.

Carol

Carolina...

Seu sorriso, reflete a candura angelical,
Seus olhos,expressam o amor de Deus,
sua face, leva-nos a harmonia celestial
És como os sonhos meus...

És Vitória...
ápice, glória.

Nosso presente.

Acróstico


Criança
Angelical
Recebes nossos
Olhares, como és
Linda!
Igual a ti
Não  há
Algum outro ser.

(Luzia Escongisk)

Brincadeira

A vida é uma grande brincadeira.
O faz- de- conta torna-á verdadeira.

Há vida...
como brincastes comigo!
 (Luzia Escongisk)

"Poetar"

"Poetar" um sonho,
"Poetar" um riso.
Poesia  de cunho,
poesia de improviso.

Poesia de repente
"Poetar" de repente
algo tão novo
algo tão antigo.

Poetizar com palavras
jogadas ao vento
talvez em "lavras",
lacunas do pensamento

Escrever um instante,
um inconstante, constante.

Buscar encantamento
na poesia,
na alegria,
na inocência.

Algumas letras
que contagiam,
matam, curam,
caça palavras.

Um jogo de palavras...

Poesia
Poetizar
Poetisa
"Poetar"


(Luzia Escongisk- 02-02-2008)

"Vaidade das vaidades, tudo é vaidade"

Diz- me qual vantagem
tem o homem
ao se exaustar
ao sol de tanto trabalhar

Um homem vai
um homem vem
a vida segue uma movimentação estática

O sol nasce,
o sol se põe,
o sino bate
segue-se a mesma prática
apressa-se antes que tudo passe
o poeta compõe
memsmo que a vida maltrate
voltam ao seu lugar
 saem de novo
aprendem a cantar
estão com o povo
nada de novo
vento sul, vento norte
volteia e gira, fraco e forte
é o mesmo circuito sempre

Todos os rios vão para o mar
e este não transborda
o olho não se cansa de olhar,
nem o ouvido de escutar
e a boca de falar

O que foi é o que será
O que aconteceu é o que acontecerá
nada muda debaixo do céu e do sol
o futuro já existia no passado
o novo já existia no antigo
não herdamos memória
deixamos alguma estória

Tudo é vaidade e vento
tudo um dia passa
e ninguém mais lembra.

Em qualquer tempo
tudo um dia passa
e ninguém mais lembra.

Até a sabedoria
é um vento que passa.

A ciência nem sempre traz alegria.
A tristeza não é oposta a sabedoria.

Do trabalho vem alegria.
Do vinho vem alegria.
Da festa vem alegria.
Mas, tudo é vaidade.
Tudo é um vento passageiro.
Tudo passa.
Tristeza ou gozo
E "não há nada de proveitoso
 debaixo do sol e do céu".

Eclesiastes 1: 1-12

(Luzia Escongisk)

Citação

"Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz do que aquele que sofre"
                                                                                                      Platão

Apesar de toda a angústia e dor que somos acometidos ao sofrer uma injustiça, a dor daquele que a pratica é muito maior. Pode-se aplicar essa idéia também a sentimentos como  ódio, inveja, desejo de vingança, o maior prejudicado é sempre aquele que comete a ação. Sentir ódio de alguém é como tomar veneno, esperando que outro morra, não fará mal algum ao outro, apenas a você mesmo.

Representação do Profeta Daniel, na cova com os leões
 Eu te designei
profeta das nações
eu te consagrei
desde o ventre de tua mãe.
Te outorguei
o poder de destruir
de arrancar
as sementes do mal
Poder de construir
de plantar o bem.

Por ti farei
transbordar
a graça

Por tua boca condenarei
aos que o desgraça
estão a  disseminar

Por tua boca anunciarei
a boa e nova notícia
a verdade vitalícia

Farei de ti fortaleza
"coluna de ferro e muro de bronze"
não te vencerá a fraqueza

Por que sou Deus
e vós sóis meus.
Considerai como crescem
os lírios no campo
Considerai que amor
teve o Criador
Para com uma flor...

Considerai o Seu chamado,
Considerai o pedido atendido
Considerais os achados
Considerai os perdidos...

Considerai tua alma
tem calma,
apenas escutai,
apenas considerai.

(Luzia Escongisk)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Música pode matar?

Você já parou para pensar sobre isso? Desde os tempos mais antigos sabemos que a música sempre fez parte da nossa história, música de aniversário, de casamento, do país, enfim, tem música para tudo, não é? Sabia que existe uma música que pode matar? Pois é, existe sim, é a chamada "música envenenada".
Ela funciona exatamente como um veneno, você põe para dentro sem saber que isso pode lhe fazer mal; só depois percebe as consequências. Outras vezes, nem dá tempo de perceber isso, porque ela foi “tocada” de uma forma tão sedutora e sutil que você nem percebeu que ela estava destruindo coisas importantes na sua vida, como valores, fidelidade, castidade, etc.
Já percebeu também que existem pessoas que, quando se separam de alguém, gostam de ficar “curtindo uma fossa” ouvindo as famosas “músicas de dor de cotovelo”? E o que acontece? Ficam melhores? Não! Aquelas músicas as acabam destruindo mais ainda…
E muitas dessas músicas o deixam cego, pois você deixa de ver as pessoas como são: filhas de Deus, que merecem respeito e que são muito valiosas (cf. I Cor 6,20). Como, por exemplo, aquelas aqui no Brasil que falam que a pessoa é uma fruta ou um animal, etc…. Esse tipo de música abafa o som do céu.
Se você quer ter vida e vida em abundância (cf. Jo 10,10), use mais o seu senso crítico, seja inteligente e faça três simples perguntas a si mesmo antes, durante ou depois de uma música:
– Esta música tocaria no céu?


– Esta música não está abafando o som do céu em mim?


– Jesus ouviria esta música?

Deus o abençõe!

Padre Sóstenes Vieira
Comunidade Canção Nova

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Big Brother Brasil um programa IMBECIL

Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB

Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012